À semelhança de Jeremias, vivamos a nossa fé sem medo e procuremos um gesto concreto de apoio aos irmãos perseguidos: informar-nos sobre a sua situação, divulgar a sua realidade, contribuir para obras que os ajudem a refugiar-se e a recomeçar a vida, apoiar materialmente famílias deslocadas ou rezar por elas. Apoiemos também os governantes que procuram servir o bem comum, reconhecendo publicamente o seu trabalho, incentivando decisões justas e participando responsavelmente na vida cívica. Peçamos a conversão dos perseguidores, para que, à semelhança de Saulo no caminho de Damasco, os seus corações sejam transformados. Sem esconder que seguimos Deus e o Evangelho, manifestemos com naturalidade a nossa fé, a oração e os valores cristãos, para que outros O sigam, também.

