Em vez de divisão, de ausência de vínculo ou de indiferença, tornemos visível uma Igreja viva, onde cada gesto simples constrói unidade e sentido para todos e encontra soluções maravilhosas e eficazes. Nos próximos dias, aceitemos este desafio sinodal: sejamos “pedra viva” para os outros, promovendo a comunhão, evitando criticar e construindo pontes. Acolhamos com paciência e decidamos agir com amor nas pequenas coisas.

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